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sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Revista Brasileira de Análises Clínicas 2019; 51 (2)

 


      Este fascículo ressalta como personalidade da História da Saúde: George Nicholas Papanicolaou que se destacou na área de citologia clínica. Por volta de 1928 desenvolveu o método esfoliativo, onde demonstrou a detecção de neoplasia da esfera ginecológica.
   Além desse tema, aborda: doenças de Chagas, infecções meningocóccicas, rubéola, sífilis,  hanseníase, leishmaniose cutânea, zika vírus, dengue, infecções urinárias, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, entre outros.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2025

Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical / Journal of the Brazilian Society of Tropical Medicine 2016; 49 (3)

 


     Dengue, malária, zika, trombose são alguns dos assuntos contemplados nesta edição.


Vejamos alguns artigos:

 Serious disease outbreaks caused by viruses transmitted by Aedes aegypti in Brazil

Zika virus: what do we know about the viral structure, mechanisms of transmission, and neurological outcomes?

Evaluation and optimization of SYBR Green real-time reverse transcription polymerase chain reaction as a tool for diagnosis of the Flavivirus genus in Brazil

High prevalence of plasmid-mediated quinolone resistance determinants in Enterobacter cloacae isolated from hospitals of the Qazvin, Alborz, and Tehran provinces, Iran

Coagulase-negative staphylococci in Southern Brazil: looking toward its high diversity

Antimicrobial susceptibility of Acinetobacter clinical isolates and emerging antibiogram trends for nosocomial infection management

Dengue as a cause of fever during pregnancy: a report of two cases

Neurobrucellosis and venous sinus thrombosis: an uncommon association

Disponível em: Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical / Journal of the Brazilian Society of Tropical Medicine 2016; 49 (3)



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Revista de Manguinhos 2017; 38

A presente edição da Revista de Manguinhos tem como reportagem principal um especial com mais de 30 página que aborda, sob os mais diversos aspectos e vieses, a educação na Fiocruz. A edição conta a origem dos cursos de aplicação, ainda dos primórdios do instituto de Manguinhos, sob o incentivo de Oswaldo Cruz, comemora o credenciamento da escola de Governo  da Fiocruz e a regulação da pós-graduação lato senso e o destaque obtido na avaliação  da coordenação de aperfeiçoamento de pessoal de nível superior (capes), recorda a trajetória da Escola Nacional de Saúde  Pública e da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio e seus respectivos projetos políticos pedagógicos, aborda os desafios da escola corporativa e relata outros projetos e iniciativas vitoriosos da Fiocruz na educação.

Alguns artigos:



sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 25 de agosto de 2017

Revista de Manguinhos 2017; 37

Esta edição da Revista de Manguinhoslembra os 100 anos do falecimento de Oswaldo Cruz, patrono desta Fundação. Este é, inegavelmente, um momento ímpar de reflexão. Ocasião propícia para recordar a trajetória, as conquistas e o legado do grande médico e cientista morto há um século e também pensar que caminhos seguir. Este número traz textos que apresentam o que fez e quem foi Oswaldo Cruz e como a instituição e o país que ele ajudou a construir se relacionam com essa herança. É hora de colocar o passado em perspectiva, como uma forma de iluminar futuros possíveis. E é também uma oportunidade para avançar em projetos coletivos que contribuam para o SUS e para a ciência, tecnologia e inovação.

Além da homenagem e da reflexão sobre o legado do patrono, esta edição relata ainda duas ótimas notícias: uma diz respeito a um estudo pioneiro desenvolvido na Fiocruz Paraná que poderá abrir novos caminhos para a pesquisa sobre a doença de Chagas – enfermidade que registra cerca de 150 mil novos casos por ano no Brasil. A outra mostra que uma pesquisa da Fiocruz Minas, em parceria com duas instituições, aponta que uma bactéria pode auxiliar na transformação da glicose em energia para o corpo, diminuindo a concentração de açúcar no sangue.

Outras reportagens apresentam novidades sobre a hanseníase e a giardíase e relatam a parceria com a UFRJ – agora reforçada e ampliada. Também nas próximas páginas aparecem a produção da vacina de febre amarela, que opera em capacidade máxima para dar conta da demanda, e as diferenças entre mosquitos que transmitem a doença, entre outros temas.


Estudo pioneiro: avanços contra a doença de Chagas.

Diabetes tipo 2 na mira: bactéria pode contribuir para reduzir açúcar.

As origens: a história da vacina de febre amarela.

Disponível em: Revista de Manguinhos 2017; 37.