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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

sexta-feira, 5 de setembro de 2025

Revista Brasileira de Análises Clínicas 2019; 51 (2)

 


      Este fascículo ressalta como personalidade da História da Saúde: George Nicholas Papanicolaou que se destacou na área de citologia clínica. Por volta de 1928 desenvolveu o método esfoliativo, onde demonstrou a detecção de neoplasia da esfera ginecológica.
   Além desse tema, aborda: doenças de Chagas, infecções meningocóccicas, rubéola, sífilis,  hanseníase, leishmaniose cutânea, zika vírus, dengue, infecções urinárias, Staphylococcus aureus, Escherichia coli, entre outros.

sexta-feira, 30 de setembro de 2016

História, Ciências, Saúde - Manguinhos 2016; 23 (3)

Participaram do workshop de 22-24 de junho editores, membros do corpo editorial e profissionais vinculados a revistas nas áreas de ciências humanas, ciências sociais e saúde coletiva de Argentina, Reino Unido, Colômbia, México, Chile, Peru e Brasil,  e de representantes da rede Scielo e do Fórum de Editores da Fiocruz, do qual integram os sete periódicos científicos editados pela Fiocruz.  Todos compartilharam de maneira generosa seus conhecimentos- geralmente obtidos na prática - sobre internacionalização, acesso aberto, indexação e uso de redes sociais para a divulgação científica das revistas.
Um assunto de muita preocupação no workshop foi a sustentabilidade financeira. Os periódicos brasileiros e latino-americanos trabalham na adversidade, com redução de verbas federais e estaduais e em um contexto mundial no qual os publishers internacionais promovem um modelo de negócio. No caso brasileiro, predomina a filosofia de que o conhecimento é público e todos devem ter acesso a ele, reforçada pelo projeto Scielo. Apesar das dificuldades, o Brasil é, sem dúvida, o líder regional no acesso aberto a artigos científicos, e agências internacionais, governos e comunidades científicas de outros países o acolhem.
Uma redução de recursos ameaça a sobrevivência de muitas revistas e terá, com certeza, impacto negativo sobre todo o sistema da pós-graduação no país. Convocou-se os editores e demais atores que gravitam à volta das publicações científicas a demandar que universidades, agências de fomento e ministérios coloquem como item prioritário em seus orçamentos os custos dos periódicos.
Tomara que essa interlocução idealize os trilhos a percorrer para valorizar nossas revistas, para manter a qualidade acadêmica e a acessibilidade econômica - assuntos da maior importância para o desenvolvimento das ciências, das universidades, e da cultura dos países das Américas e de outras partes do mundo.