segunda-feira, 27 de janeiro de 2025

Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 2017: 50 (5)

 


Neste fascículo encontramos alguns assuntos como: chikungunya, HIV, epidemiologia,leishmoniose, gastroenterite, tuberculose, esquistossomose, meningite e endocardite. 

Abaixo, alguns artigos:

Large outbreaks of Chikungunya virus in Brazil reveal uncommon clinical features and fatalities

Alert: Severe cases and deaths associated with Chikungunya in Brazil

Metabolic disorders and cardiovascular risk in people living with HIV/AIDS without the use of antiretroviral therapy

Treatment adherence in patients living with HIV/AIDS assisted at a specialized facility in Brazil

Epidemiological profile of patients co-infected with visceral leishmaniasis and HIV/AIDS in Northeast, Brazil

Detection and genotyping of human adenovirus and sapovirus in children with acute gastroenteritis in Belém, Pará, between 1990 and 1992: first detection of GI.7 and GV.2 sapoviruses in Brazil

Changes in the epidemiology of visceral leishmaniasis in Brazil from 2001 to 2014

The importance of audiometric monitoring in patients with multidrug-resistant tuberculosis

Evaluation of the immunogenicity of Schistosoma mansoni egg surface

Detection of schistosomiasis in an area directly affected by the São Francisco River large-scale water transposition project in the Northeast of Brazil

Infective endocarditis due to Bartonella bacilliformis associated with systemic vasculitis: a case report


Disponível em: Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 2017: 50 (5)

sexta-feira, 24 de janeiro de 2025

Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 2017; 50(4)

 

 


Nesta edição, assuntos como: zika vírus, lepra, brucelose, HIV e tuberculose são contemplados.


Vejamos alguns artigos:

Digital disease data: what is the impact on the Zika virus epidemic?

Spatial distribution of leprosy in Brazil: a literature review

Guidelines for the management of human brucellosis in the State of Paraná, Brazil

Sensitivity and detection of chikungunya viral genetic material using several PCR-based approaches

Profile of HIV subtypes in HIV/HBV- and HIV/HCVcoinfected patients in Southern Brazil

The direct costs of treating human visceral leishmaniasis in Brazil

Combined parasitological and molecular-based diagnostic tools improve the detection of Trypanosoma cruzi in single peripheral blood samples from patients with Chagas disease


Disponível em: Revista da Sociedade Brasileira de Medicina Tropical 2017; 50(4)

DST - Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis 2017; 29 (4)

 



    A transmissão pós-natal do HIV por meio da amamentação é descrita desde a década de 1980. Nesse sentido, poderíamos nos debruçar sobre uma série de questões sobre o diagnóstico do HIV, a profilaxia pré e pós-exposição ao HIV e a adesão aos antirretrovirais em mulheres vivendo com HIV.

    A identificação precoce do HIV possibilita reduzir o risco de transmissão materno-fetal com o início do tratamento antirretroviral, uso de zidovudina intraparto, cesárea e orientação para não amamentar a criança.

    A prevenção combinada é uma estratégia que faz uso de diferentes abordagens para prevenção da transmissão do HIV, com intervenções estruturais, comportamentais e biomédicas.

    Finalmente, o presente artigo traz à tona um tópico negligenciado hoje: a transmissão vertical do HIV no período pós-natal por meio da amamentação. Reconhecer pacientes em risco de infecção primária e intervir com medidas eficazes de educação e prevenção do HIV, como o uso de preservativos, PrEP e PEP; testar a mãe e os parceiros periodicamente para HIV; e estimular a adesão aos antirretrovirais pelos pacientes vivendo com HIV são determinantes para modificar esse cenário adverso em nosso país.

Alguns artigos:



Multiple syphilitic chancre on the vulva and on both breasts

Disponível em: 

DST: Brazilian Journal of Sexually Transmitted Diseases 2017; 29 (4)


sexta-feira, 17 de janeiro de 2025

DST - Jornal Brasileiro de Doenças Sexualmente Transmissíveis 2017; 29 (3)

 



  Os micoplasmas pertencem à classificação Mollicutes. Dentre estes, o Mycoplasma genitalium (MG) se destaca quanto à sua patogenicidade, especialmente pela crescente resistência aos antibióticos.

    Em termos de patogenicidade, a Chlamydia trachomatis (CT) pode ser comparada à MG. Após sua descoberta, tanto a MG quanto a CT foram estudadas quanto aos seus mecanismos de patogenicidade; no entanto, a maioria dos estudos tem enfatizado a bactéria Chlamydia. No entanto, vários fatores têm levado a uma preocupação crescente em relação à MG, necessitando de mais estudos.

    Concluindo, observamos que a MG é um patógeno emergente, afetando a saúde reprodutiva. É difícil de ser diagnosticada clinicamente e tem resistência crescente a antibióticos, o que a torna mais agressiva que a TC. Portanto, deve receber mais atenção da comunidade que trabalha com infecções do trato genital masculino e feminino.

Alguns artigos:





Disponível em: