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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Revista Bioética 2016; 24 (3)

"A consciência ambiental na dimensão mundial e as lutas por saúde e educação no âmbito interno reportam às três gerações de direitos humanos , cujas recomendações caminham do direito do indivíduo à vida para os direitos coletivos à preservação do planeta, passando, indiscutivelmente, pelas garantias à qualidade de vida associada a direitos políticos, sociais e culturais para todos. Esses direitos assinalam o reconhecimento paulatino pela humanidade da dignidade intrínseca de cada ser humano, que o torna único mesmo em uma sociedade de massa, e, concomitantemente, da intangível pujança que entrelaça nossas raízes com a Terra e nossos semelhantes. Ainda que olhando em volta às vezes seja difícil divisar algo além do caos, é possível acreditar que a humanidade caminha para aceitar as diferenças inerentes aos seres humanos e às culturas que construímos, para preservar o planeta com a força de nossa capacidade de sonhar e criar."

Revelação do diagnóstico de HIV dos pais

Ordem de não reanimar pacientes em fase terminal sob a perspectiva de médicos

Ética, saúde global e a infecção pelo vírus Zika: Uma visão a partir do Brasil

Disponível em: Revista Bioética 2016; 24 (3)

terça-feira, 26 de julho de 2016

Epidemiologia & Serviços de Saúde 2015; 24 (4)

A OMS lançou o Relatório da Situação Global sobre Segurança Viária, que destaca a elevada carga morbimortalidade vinculada aos acidentes de trânsito.
A declaração de Brasília sobre Segurança de Trânsito, reafirma e amplia o compromisso dos países para a redução da morbimortalidade. O documento foi inovador, ao propor a priorização dos modos sustentáveis de transporte e destacar a segurança de pedestres, ciclistas, motociclistas e usuários de transporte público - usuários vulneráveis, que correspondem a mais da metade das vítimas fatais no mundo.